Um Rumo diferente para Revolução – a aproximação

Caros amigos aficionados pela Distopia Cultural. Nesta semana que estou iniciando minhas publicações não poderia escrever sobre algo melhor, um assunto que esta cada vez tomando mais espaço em minha cabeça – o futuro próximo e distante de um século presente. Ultimamente, tenho procurado observar com atenção alguns integrantes desses partidos comunistas, socialistas e derivados – principalmente aqueles que não deixaram a ideologia morrer (pelo menos é o que dizem) – e digo a todos que jamais imaginei um fim tão humilhante para a UTOPIA COMUNISTA. Não vemos idealistas como antes, se Che Guevara ainda estivesse vivo diria que os políticos viraram “expositores da moda”; vendedores ambulantes de suas próprias almas. Os chamados “filhos da Revolução” estão vivendo épocas em que é preciso ser alguém para ser importante; ser eles próprios tornou-se algo em segundo plano, surreal e subjetivo. Por um curto período, achei que teriam esperanças para continuar num mundo em avanço contínuo. Mas agora, vejo através do presente, que o capitalismo tomou posse do que lhe era de direito por ter sido o único sistema socioeconômico a surgir naturalmente; e sem dar chance a qualquer outro, enraizou a sua trama cotidiana – a sociedade de troca. Para aqueles que tentam “socializar miséria”, só lhes restam olhar para a China, aprender como se sobrevive num mundo globalizado, e mudar o rumo da Revolução. A partir dos momentos que não existem guerrilheiros como antes, não teremos revoluções como antes. Portanto, sugiro que voltem seus olhares a objetivos necessários. As pessoas possuem direitos e deveres que às tornam donas do seu próprio destino, do seu próprio futuro; quando existem problemas sociais impedindo que essas usufruam dos seus direitos, como sabemos que existem, é preciso Revolucionar os problemas, aproximando cada marginalizado do seu direito. Os governos precisam zelar pela sociedade em geral, dar chance a todos. No instante em que não puder fazê-lo, os “Revolucionários de Plantão” deverão se unir e discutir uma forma eficaz para combater um caminho sem rumo. Nada de exageros, o ideal é estabelecer relações sociais mais consistentes, formar pessoas e não produtos descartáveis. Afinal, o progresso é a consciência da nação de sua grandiosidade.

Em breve…

Amigos desse cantinho. A partir deste post, estarei escrevendo acontecimentos rotineiros sobre o cotidiano da vida particular/coletiva que envolve nosso modo solitário de sentir a vida… Agradeço desde já os possíveis leitores! Fui…